Adversidades

“Não acredito no casamento. Não mesmo. Preciso deixar isso claro. No mínimo, é um ato político hostil o modo como medíocres mantêm a mulher em casa e fora do caminho, à guisa da tradição e do conservadorismo religioso. É só uma bela ilusão: dois seres que se amam, e que nem imaginam o quanto farão o parceiro infeliz. Mas quando duas pessoas sabem disso e decidem, de olhos bem abertos enfrentar o casamento mesmo assim não acho que seja conservador, nem um delírio. E sim um ato radical, corajoso, e muito romântico.”

(Personagem no filme Frida)

– Acho que te amo. Desculpe. Eu não devia ter dito isso?
– Não gosto de usar esta expressão.
– Por que não?
– “Eu te amo” significa “você tem que me amar”, “você me pertence” e toda essa baboseira.

(…)

(Diálogo entre duas personagens no filme Todas as Cores do Amor)

“Não gosto nada de escrever. Se conseguir dar as costas a uma idéia, deixando-a miando lá fora no escuro, sem lhe abrir a porta, então nem pego no lápis. Mas de vez em quando, em vez de miado, ouço uma grande explosão, como de dinamite, de cacos de vidro e tijolos na parede da frente; então, alguém passa por sobre os escombros e me agarra pelo pescoço, dizendo calmamente: ‘não o largarei até que me ponha no papel, em palavras’.”

(Autor do Richard Bach no livro Ilusões)

Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou com uma rã.
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre…
E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: ‘Nem fo…den…do!’.

(Em http://humorvip.wordpress.com/)

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