Isso é bom mesmo? [2]

E então, no último post a gente estava falando de convergência tecnológica e tal. Tendência mundial, blablabla. Coisa da revolução industrial, fato do capitalismo, tanto quanto a globalização, e um caminho sem volta. Falei sobre a má utilização generalizada da internet tanto dos que recebem quanto dos que repassam o serviço.

Dei uma olhada aqui e, na verdade já sabia que existia isso, mas nunca atentei de verdade ao fato. Existem meios de filtrar a coisa e deixar ela lapidada. Vejamos. A internet:

– Chats, redes sociais, mensageiros instantâneos, correios eletrônicos: troca de informação.

– Portais, blogs, sites: ou você posta, ou você lê.

Certo. Na minha cabeça é mais ou menos isso. Se você pensar do ponto de vista da informação. Nessa segunda categoria você pode procurar quais são os melhores endereços para você procurar frequentar. É fácil, fácil. Primeiro porque são os primeiros resultados nos motores de busca (Google, Bing etc), depois porque todo mundo fala.

Outra coisa. Você já se acostumou a acessar vários e vários blogs e portais. Ficaram vários. Há dois serviços que você pode utilizar. O de agregadores de feeds / leitores / readers (ui). E o de social bookmarks / favoritos. Se sua mania de usar a internet for grande assim, servem os dois.

Os readers são o demônio dos blogs (ai). Se você ler pelo reader, não vai acessar o blog, consequentemente não vai comentar. Nem visualizar o layout, outros links etc. É ruim porque perde a participação. Mas é tudo de prático. É ótimo o da Google e o PageFlakes (que dá para comentar ;)). É bom ressaltar que se o dono do blog quiser ele configura o blog para não ser possível de visualizar o conteúdo do post inteiro pelo reader.

E a maioria dos sites jornalísticos / portais de notícias (maioria não… todos mesmo) não entram com notícias em readers. Você pode colocar lá, mas não lê nem um quinto da notícia por lá.

Bookmark significa favoritagem. Você favorita eles (a notícia, a postagem, o blog, o site). No seu social bookmark (um site tipo rede social de favoritagem), ou então linka em alguma rede social, como Orkut, Twitter, MySpace etc. Alguns sites jornalísticos colocam eles em suas páginas, no final da notícia (ou no meio): “Compartilhe”, e aparecem vários iconezinhos. Você clica num deles, e é redirecionado para sua página do seu social bookmark ou da sua rede social.

Eu sei, foi um post bem “noob”, né. Mas a gente aprende com a prática e pesquisando. Por falar nesses termos, enfim. Vi um post outro dia noutro blog e falava algo sobre ser “lammer”. Lammer? É um “tipo” de hacker. Na verdade hacker é um cara bonzinho, na teoria da palavra. Craker é o do mal. E lamer (é assim que se escreve, com um M só) é o craker inexperiente que se deixa ser pego. Legal saber dessas coisas.

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